segunda-feira, 30 de junho de 2008

Com a cabeça feita num oito

Há alturas em que sabemos que não podemos continuar onde estamos, ou mais concretamente, como estamos, e tudo o que precisamos é avançar, uma mudança, de preferência radical, seria o ideal.
Pois é assim que me sinto, como que parada no tempo, agarrada a um passado que não me vai levar a lado nenhum, mas que mesmo assim não consigo deixar para trás.
O certo seria andar para a frente, deitar para trás o que por la ficou e deixar que a vida avance, isto seria o certo, o melhor diria eu se tivesse a dar um conselho a alguém, mas não ta fácil, porque uma coisa é o que eu sei que esta certo e que é o melhor a fazer outra, bem diferente, é realmente o fazer, ou querer fazer, sim porque eu não sei se quero realmente andar para a frente, se quero continuar agarrada a este passado recente que insisto em não o deixar lá, o que me deixa nesta situação que não é carne nem peixe, não é bom nem mau, apenas uma enorme insatisfação.
Sei que não quero continuar assim, sim isso eu sei, mas sair deste impasse é que não há meio, quando acho que estou a ir para a frente há sempre alguma coisa que faz dar um passo atrás, ou dois, sim porque há alturas em que realmente avanço, mas depois a cabecinha começa a pensar e la anda tudo para trás.
O pior disto tudo, é que enquanto eu não deixar para o trás o que lá devia estar, não posso avançar, e avançar sem ter o passado ai mesmo, no passado, só me estou a enganar a mim e a quem arrastar comigo nisto.
Pois é, estou novamente baralhada, com a cabeça feita num oito……..

2 comentários:

Pedro disse...

Há momentos assim, em que é preciso que uma tempestade passe pela nossa cabeça - e não só!
Mas é preciso saber arrumar as ideias e a melhor maneira é pensar simples. Se pensarmos simples, agimos simples e não criamos dificuldades.
Simples, né? Só teoria...

Minhoca disse...

Pedro:

Na teoria é muito simples :)

Mas na pratica tb se chega la, nada com uma bela tempestade e confusao para tudo voltar ao seu devido lugar